sábado, 7 de fevereiro de 2009

De fato, não entender bem o mundo e as pessoas é uma benção divina.
O estar no mundo já é filosofia demais em tempos de aquecimento global.

No fim das contas, continuo assobiando as canções de sempre
amando as pessoas de sempre
tendo os mesmos medos de sempre.

Contra a corrente o peixe morre
bola pra trás é gol contra
Estático e seguro estou.

Gastar tanto a prosa é desperdício.
Guardo-as às coisas da razão.

Volto à praça e ao banco,
pombos e crianças vejo.
Não são meus
e não serão jamais.

2 comentários:

Eri disse...

Mt bom!Adorei o texto!
Vlw!

Amanda Dinucci disse...

Vc nasceu pra isso, não me canso de dizer.