domingo, 10 de maio de 2009

Ponte dos fluminenses!

Quanto de seu cinza

São fumaças de São Gonçalo¿

De sua rotina,

Quantas idas e vindas gonçalenses¿

Quanto de seu atraso e pontualidade

Dos que te negam que te usam

À noite é quanto brilho!

Das luzes dos automóveis dos apressados.

E te vejo quase te vejo quando há sereno

Como quase te não veria em lugar algum.

Ah, garça do céu do mar da Guanabara,

Cores e cores das montanhas das favelas,

Olhos de todos os dias,

Quantos ângulos secretos escondem

Da passarela dos que vêm de longe

Sempre! Com aquele olhar debutante.


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