terça-feira, 22 de abril de 2008

Quando me faço um bem, me faço um mal terrível

Quando me faço um bem, me faço um mal terrível
Quando eu te amo além, sinto-me falível
Quando mais uma vez eu digo que é seu
Todo amor que eu guardei
Eu morro mais uma vez
Eu me entrego a negação
E alinho nossos prazeres
Que são meios escusos para fins terceiros
Que me enchem de amor infinito
E te enchem de prazer flaneiro.

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