segunda-feira, 28 de abril de 2008

À vista visceral

Tantas vezes com a escusa do olhar lascivo,
nos entregamos sutilmente aos gozos interditos.
Eu pude perceber que a natureza mais bela
não era a vista visceral que se concedera.

Páris, retinha o olhar não nas montanhas do além mar,
mas na encantadora Helena a me completar.
Era a união perfeita:
irretocáveis,
as torres, eu, ela, o mar...

2 comentários:

Joicinha disse...

anem gabriel
vc ja fez poemas melhores
nao gostei desse
pq nao entendi nada
kkkkkkkkkkkkk


mas vc tem talento
o problema é comigo
bjos
=*

Ingrid Moura disse...

E será que eu entendi?