quinta-feira, 22 de maio de 2008

Olhos

Olhos vivos, que
mandam e desmandam
na sanidade do corpo.

Olhos que se perdem,
parecem objetivar o nada.
Olhos pra lugar algum.
Olhos pra olhos nenhum.

Perdem-se na vacância
dos jubilados corpos,
em nada penetrados,
profanos, inocentes...

Que se fingem, na verdade.

Mas que bom pensá-los virgens,
olhos que atenção não querem chamar,
mas me envolvem, fugazes
sem razão, sem pensar.

Um comentário:

Mariana disse...

Você é um amor...
Mas de quem são esses olhos inspiradores?? iaoiaaoiaoi
Pense-os como quiser,eles são seus também.